“ Maria Bonita é, sem dúvidas um dos maiores mitos femininos que habitam o imaginário coletivo brasileiro. Na saga do Cangaço, ao lado do marido, Virgolino Ferreira da Silva, se mostrou mulher, corajosa, divertida, fiel e feminina. Morreu, como, de certa forma escolhera, ao lado de sua eterna paixão.”
Assim descreve Alceu Valença sobre a figura mitológica de Maria Bonita. Tudo que ele disse, é pura verdade. Poucos sabem, mas a mulher de Lampião era divertida, brincalhona, gostava de coLocar apelidos nos companheiros, inclusive em Lampião.
E diante de toda essa brincadeira, a mulher do capitão mantinha a liderança, criou um novo estilo no Cangaço não só com as roupas, mas fazendo com que os homens tivessem maior higiene, tomando banhos mais frequentes, preferindo acampar perto de rios. Para isso, ela contava com aprovação das mulheres do Bando.
Sua força era tão grande, que, mesmo depois de morta, inspirou nomes de boutiques, restaurantes, grifes, salões de beleza, cordéis, documentários e filmes, além de novelas de TV. A maioria totalmente inverídica, mas para quem não conhece a história, acredita e ainda aplaude. Maria Bonita


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